Algo que frequentemente nos impede no presente é que estamos atados a alguma coisa na infância. Pois carregamos constantemente conosco, por toda parte, as diversas idades do nosso desenvolvimento. Assim, eu caminho ao meu lado como uma criança de dois anos, como uma de cinco anos, de dez anos de quatorze anos, de dezessete anos e assim por diante. Caminhamos por aí com uma multidão de nós. Vocês conseguem entender isso? Portanto, cada um é um grupo de si mesmo.

 

    Às vezes isso se torna um grande peso que carregamos. A passagem de uma idade para a outra é bem sucedida quando a anterior pode ficar para trás. Existe uma história bíblica de um certo Jacó. Ele lutou com o anjo à margem do rio Jabbok durante toda a manhã. Então eles quiseram separar-se. Jacó disse ao anjo: Não vou soltá-lo, até que você me abençoe.

 

    Assim se passa com nossas diversas idades na vida. A criança pequena só nos deixa quando nos abençoou, e quando estamos abertos para a benção dessa criança. Isso vale para cada idade, mas principalmente para a criança pequena.

 

FONTE:  Bert Hellinger. Gluck, das bleibt (Felicidade que permanece). Stuttgart, Verlag Kreuz GmbH, 2008, p. 83. Tradução: Newton Queiroz

 

 

 

 

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